10/03/2016 21:33 – Corregedoria estudará proposta para ampliar número de abrigos para vítimas de violência doméstica

Corregedoria estudar proposta para ampliar
nmero de abrigos para vtimas de violncia domstica

Dando continuidade aos trabalhos realizados na 4 Semana da Justia pela Paz em Casa, integrantes da Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situao de Violncia Domstica e Familiar do TJRS, juntamente com as representantes das Instituies que compem a rede de combate violncia domstica no Estado, foram conhecer dois centros de apoio s vtimas de violncia domstica. O objetivo do grupo foi conhecer de perto a realidade dessas mulheres, muitas vezes acolhidas juntamente com seus filhos, para desenvolver projeto para viabilizar a criao de mais casas, ampliando as vagas de atendimento.

A primeira visita da Juza-Corregedora Traudi Beatriz Gabrin juntamente com o Promotor de Justia Luciano Vaccaro e da Defensora Pblica Lisia Mostardeiro Velasco Tabajara foi Casa de Apoio Viva Maria. Foram recepcionados por servidoras da Secretaria Municipal da Sade que atuam na Casa de Apoio Viva Maria. No encontro, a magistrada questionou sobre o funcionamento da casa e o atendimento dado as vtimas de violncia domstica, bem como sua chegada casa de apoio at o seu desligamento.


Juza-Corregedora Traudi e integrantes de instituies ligadas
ao combate violncia domstica visitaram abrigos Viva Maria e CRAM
(Fotos: Gustavo Monteiro Chagas)

A Coordenadora da Casa, ligada Secretaria Municipal de Sade (SMS) e Terapeuta Ocupacional, Luciane Machado relatou que o local pioneiro no acolhimento de mulheres vtimas de violncia domstica e que existe h 23 anos compondo um espao para  acolher 11 mulheres e seus filhos. O lar composto por uma equipe de profissionais de diversas reas da psicologia, enfermagem, e assistncia social em que so trabalhados o bem-estar no s da mulher, como tambm, de crianas e adolescentes. No existe um tempo determinado para a permanncia da vtima, na casa, mas sim todo um trabalho criteriosamente avaliado para o desligamento do abrigo. 

Aps, o grupo foi conhecer o CRAM, Centro de Referncia da Mulher Mrcia Calixto, onde foram recepcionados pela Secretria Adjunta da Mulher, Waleska  Vasconcellos, e profissionais de rea jurdica e social, do local.

A Juza-Corregedora Traudi Grabin teceu elogios aos locais percorridos, reconhecendo a importncia das duas instituies em proporcionar um acolhimento digno para mulheres vtimas de violncia domstica. E ressaltou: ” elogivel o papel que essas pessoas exercem. “A tranquilidade que elas podem passar para a mulher exemplar pois daqui, elas saem acompanhadas. Vo retornar ao convvio da comunidade delas, mas de uma forma mais positiva, no retornando quele mesmo ambiente em que viviam antes.”


Desenhos sobre a temtica
esto expostos nas casas de acolhimento

A Juza Traudi frisou outro sinalizador de mudanas na melhorias: “O trabalho que queremos fazer – junto com nossos magistrados, das comarcas do interior – no sentindo de buscar apoio dos municpios para que se consiga criar mais casas de abrigos, ainda que regionalizadas, para acolher essas mulheres que so vtimas de violncia domstica. Porque hoje o nmero  de mulheres vtimas de violncia no condiz com o parco nmero de vagas  existentes nesses abrigos. Este um dos projetos que a Coordenadoria pretende para este ano”, enfatiza.

Participaram da visita institucional representantes da Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situao de Violncia Domstica e Familiar – TJ/RS, do Centro de Apoio Operacional Criminal — MP/RS, do Ncleo de Defesa da Mulher – DPE/RS, a Comisso Permanente de Defesa dos Direitos Humanos – PGE/RS, a Delegacia Especializada da Mulher – SSP, a Brigada Militar – SSP/RS, Departamento de Polticas para as Mulheres – SJDH/RS e a Comisso da Mulher Advogada – OAB/RS, Procuradoria Especial da Mulher – AL/RS.

EXPEDIENTE
Texto: Fabiana Fernandes
Assessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arend
imprensa@tj.rs.gov.br 

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Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul

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